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O Esperanto é ensinado e praticado em diversas cidades em Pernambuco.

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O congresso de 2015 foi no Rio de Janeiro.
Veja como foi na página da Liga Brasileira de Esperanto

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Viva essa experiência!

Ago 16 2016

 

Leia um pouco da minha experiência sobre o último encontro de Esperanto que participei.

 

 

Acredito, que assim como eu, muitos esperantistas já ouviram essa pergunta: “Para quê estudar o Esperanto?”, ao que muitas vezes eu me empenhava em dar diversos argumentos positivos sobre os direitos linguísticos, a respeito da facilidade de aprender o idioma, etc. No entanto, com o passar do tempo dentro do Movimento Esperantista, tenho percebido que não há melhor forma de responder a esses tipos de questionamentos do que convidando as pessoas para vivenciar o Esperanto no seu cotidiano, se envolvendo com todas as possibilidades de conhecer o mundo e pessoas através de um idioma que reúne, na maioria das vezes, pessoas com ideais de amizade, fraternidade e paz. 

Inicio esse texto com tal apresentação para falar um pouco de uma nova oportunidade que o Esperanto me proporcionou de estar em um lugar encantador, histórico e digno de ser visitado no interior de São Paulo, nos arredores da cidade de Santo André, conhecido como o distrito de Paranapiacaba. Esse distrito foi o local do último VINA (Vintra Aranĝo), onde alguns esperantistas se reuniram para curtir o clima do local e aproveitar para visitar museus e belezas naturais.

O evento do qual participei teve duração de três dias, do dia 29 de julho ao dia 31. Durante o passeio foi possível visitar museus do local, onde vimos construções históricas do século XIX, apreciar a comida típica, e vislumbrar as belezas naturais que são abundantes, principalmente durante o inverno, onde o frio e a neblina proporcionam um cenário encantador. Durante a estadia no evento, embora o frio fosse intenso, foi possível fazer trilhas, e conhecer a história de uma comunidade esotérica que construíram , sob o auspício do Senhor Ventura, uma “vila” ao longo da subida de um monte. Essa trilha foi especial por nos conectar a toda a história e motivação de um povo ligado a ímpetos espiritualistas. 

 Certamente, após ter participado do VINA me sinto ainda mais feliz por ter aprendido o Esperanto, já que mais uma vez, após ter ido a Manaus, ao Rio, pude conhecer mais um pedacinho de nosso país e assim aumentar meu campo de visão sobre a história, cultura e diversidade de nosso povo; e claro, não poderia deixar de agradecer a Allan Argolo, Raul Cândido e a Fernando Maia, que possibilitaram a minha ida ao encontro. E para encerrar afirmo: Quer saber para quê estudar o Esperanto? A melhor resposta quem pode encontrar é você mesmo, aprenda a língua e descubra o que ela pode te proporcionar.